terça-feira, 19 de agosto de 2008

VEXAME NACIONAL NA OLIMPÍADA/2008

Não podemos confiar nesses jogadores de futebol masculino milionário. São filhos do cifrão. Eles não tem amor pelo Brasil, não tem respeito pelos milhões que estão torcendo, que sofrem com os vexamos que passam nos gramados.
A medalha olímpica é um sonho nacional. Não pertence aos mercenários que foram lá. Perder um jogo é parte do esporte, mas perder com dignidade, lutando para vencer, demonstrando raça e amor pela camisa que vestem.
Foi um vexame. Espero que seja sempre um vexame pessoal para cada um dos que demonstraram em Pequim a sua fraqueza moral, seu descaso para com os brasileiros e para com o Brasil, que os honra com a cidadania e espera ser por eles bem representado, o que não ocorreu.
Gente, é muito triste ver a nossa representação, a nossa seleção, o orgulho nacional, sofrer um baile daqueles, um olé em cadeia mundia...
Credo, da até vergonha comparar esta turma com a seleção de 70, com a melhor do mundo de todos os tempo, a selçao de 1982, que perdeu de cabeça erguida, em um jogo espetacular, coisa do esporte mesmo.
Mas hoje, só pensam mesmo em grana, mulherada, vida boa... Ronaldinho Gaúcho ia para a Inglaterra ganhar $180.000,00 libras por semana. Isto acaba com a vontade de uma pessoa defender o seu país pela camisa canarinho, pela honra de ser brasileiro e estar lá onde qualquer um de nós gostaria de estar, dando seu sangue, sua vida pelo Brasil.
Perdoem meu desabafo. Estou ficando velho para ver este filme se repetindo, e com tanta freqüência assim.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Defesa do Consumidor

Assumi, dia 08 de agosto de 2008, a pedido e por designação do Sr. Prefeito Municipal, Jair Alves de Oliveira, a Coordenadoria Executiva do Procon de Boa Esperança.
Agora, começamos uma nova era. Para mim, que precisarei de um aprendizado intensivo sobre o Sistema Nacional de Defesa do Consumidor, que terei mais contato com o Ministério Público Estadual, pois a coordenação geral é feita por ele. E para os meus aqui colegas, que terão um novo coordenador que pretende ser um novo amigo, um colega de trabalho, mas que tem a obrigação de cobrar os resultados, de monitorar todo o funcionamento do sistema, de ver se conseguimos implementar um melhora significativa no serviço de atendimento ao consumidor e nos serviços prestados em todo o nosso município.
Espero conseguir. Preciso da ajuda de todos. E de Deus, que jamais me deixou em dúvida sobre Ele!

quinta-feira, 24 de julho de 2008

A Morte do Cachorro!

Outro dia, sofremos uma perda grande. Nosso cão, o Fiel, pastor canadense de 09 anos, morreu. Sofreu muito nos extremos da agonia... Mas foi fiel até o fim, esperando a nossa chegada em seu socorro, mesmo que nada mais se pudesse fazer, morrendo em nossos braços. Soubemos depois que havia sido envenenado com chumbinho, ato praticado por alguém que já fez o mesmo umas trinta vezes, mas não soubemos quem foi o arteiro.

Mas o sofrimento não seria só este. O André não sabia da morte do seu amigo, o Fiel. Dissemos a ele que o cão estava velhinho, doente, e o Papai do Céu o levou embora, para cuidar dele e curá-lo. Mas ele não se conformou. Perguntava todos os dias quando o amigo voltaria. Solução: dissemos a ele que Papai do Céu viu que o Fiel estava muito doentinho, pôs nosso grande amigo em uma máquina, encolheu-o e ele voltaria logo logo como um bebezinho, para o André cuidar dele.

Bingo! Foi uma solução mágica. Ele aceito prontamente a explicação. Mas o problema não acabou aí: - Papai, quando o Fiel voltará? Ai, ai, ai!

Outra solução: encontramos um filhote igualzinho ao Fiel. Compramos o bichinho e resolvemos o problema novamente. Ele adorou cuidar do cachorrinho, filhotinho... Continua adorando e cuidando do Fiel com todo gosto.

Mas, por umas voltas destas da vida, falei com ele que um dia eu devo ir para o céu, embora sejamos todos de formação espírita. Que má nota! Ele ficou entristecido, sem entender como poderia ser isto... Chegou a chorar, lamentando-se como viveria sem o papai, somente com a mamãe.

Expliquei a ele que a mamãe e o papai jamais sairão de perdo dele. Disse que ficaremos velhinhos, cabecinhas brancas e que ele irá cuidar de nós, vai dirigir o carro pro papai, levar-nos ao médico, enfim.

Ufa! Parece que contornamos o efeito nefasto de uma prosa ruim destas. Mas ele ainda está meio triste, às vezes toca no assunto. Fiquei tremendamente triste com o ocorrido. Agora, estou ligando durante o dia, buscando mais contato com ele para apagar esta impressão.

Credo! Criança é muito ligada!

segunda-feira, 21 de julho de 2008

COPA DE 78

Eram tempos mais românticos... Naquela década, eu, criança ainda, órfão de pai desde 1974, tinha na minha valorosa mãe um exemplo de garra e persistência. Fazia de tudo para que tivéssemos sempre o melhor, dentro de suas possibilidades e das dificuldades naturais de um Regime Militar e do pais em si, ainda privado de inúmeras possibilidades de crescimento e à margem da evolução.
Mesmo com todo o seu esforço, ainda nos faltavam algumas coisas. Eu me lembro de tínhamos apenas uma TV Standard Eletric, toda bege clara, à válvulas, com os botos giratórios, som mais ou menos e imagem igualmente mais ou menos. Colorida, só a caixa externa mesmo. Era imagem em preto e branco. Meu avô materno assistia ao Repórter Esso.
Dormíamos cedo e brincávamos muito o dia todo. Não havia preocupação quanto à violência. Apenas em nos divertirmos o máximo com o mínimo que se tinha disponível.
Quase nenhum amigo tinha muito brinquedo ou muita vantagem sobre os outros. Eu me lembro bem que o Marcelinho tinha TV a cores em casa, na Rua Dr. Sales. Eu ia para a casa deles, às tardinhas, para assistir ao seriado Pinochio, jé que colorido era muito mais bonito. Minha mente de criança achava o máximo aquele colorido! Víamos também o Speed Racer, grande sucesso de minha geração, hoje nos cinemas.
Quando se aproximou a Copa do Mundo, na Argentina, minha mãe comprou uma TV a cores, Telefunken. Foi uma festa! Para nós, todos crianças, era o máximo ter uma TV a cores em casa. Vimos a derrocada do Brasil na Copa do Mundo, perdendo invicto um título depois da Argentina ter comprado o jogo do Peru e goleado por 6 a 0 - placar que precisava.
Mas valeu. Tudo era diversão mesmo...

domingo, 20 de julho de 2008

Boa Esperança!


Somos privilegiados. Vivemos em uma cidade muito aprazível, saudável, que esbanja beleza e possibilidades de laser.

Estamos vivendo uma época de prosperidade nacional. Esperamos que nossa cidade, tão bela, tenha o mesmo destino promissor.

MAIS CAVALADA

Estas imagens foram capturadas em 19/07/2008, às 13h30, aproximadamente. Vejam os amigos internautas que a facilidade é grande. Os amigos cavaleiros andam tranquilos pela Beira Lago, inclusive sobre os canteiros jardinados pela Prefeitura.
Na rotatória, mais ao final do vídeo, eles sobem novamente na calçada, avançando sobre os transeuntes e os veículos que estavam circulando.
As imagens não são tão boas nem tão precisas porque foram captadas pelo celular.
Amigos, vou encerrar aqui minha indignação. Primeiro porque não pretendo enchar os olhos de quem lê com as minhas lamúrias. Segundo, para evitar um monoideísmo nefasto.

sábado, 19 de julho de 2008

"CAVALADAS EM BOA ESPERANÇA"


Ando espantado com a quantidade de cavalos, soltos e montados, em nossa cidade. Dia 13/07/2008, voltando do almoço na Festa do Boi no Rolete que estava mesmo muito boa - deparei-me com dois cavaleiros na Beira Lago, SOBRE O PASSEIO, obrigando os transeuntes, especialmente os que faziam sua salutar caminhada, a descerem para a rua para não serem atrolepados. Eu tirei duas fotografias com o celular e pretendo ver como publicá-las aqui. Prometo fazê-lo logo.
Hoje, mesma coisa: três cavaleiros se esbaldando na Beira Lago, sobre o passeio, no gramado, enfim... Desta vez, filmei com o celular. Assim que possível, publicarei as imagens, que servem de indignação.
Como cidadão, entendo que todos têm o direito de passear pela cidade. Se a cavalo, devem seguir as mesmas restrições que os demais veículos.
A lei de trânsito é a mesma para TODOS, inclusive cavaleiros, ciclistas, motociclistas, motoristas e pedestres, embora quase ninguém a observe, nem mesmo ao volante.
Decepciono-me muito e sofro bastante, porque minha indignação com o descaso pela vida é grande.
Espero - antes do meu desencarne - ver uma melhora no trânsito e na violência de nossa cidade e de nosso país.