Já pensou no futuro de Minas Gerais?
Lembre-se: é muito importante para o futuro de todos, sem qualquer demagogia, que Minas continue crescendo para termos empregos, saúde, e tudo o mais que merecemos.
Vamos pensar com carinho nos nossos candidatos.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
terça-feira, 20 de julho de 2010
Volto logo!
Meus caros leitores,
Andei muito afastado dessa via de comunicação, que me serve como um canal para comentários e "desabafos".
Mas estarei de volta logo, com algumas publicações novas.
Abraço a todos e até breve!
Andei muito afastado dessa via de comunicação, que me serve como um canal para comentários e "desabafos".
Mas estarei de volta logo, com algumas publicações novas.
Abraço a todos e até breve!
Isto sim é Processo Civil!
Desajeitado, o magistrado Dr. Juílson tentava equilibrar em suas mãos, a cuia, a térmica, um pacotinho de biscoitos e uma pasta de documentos.
Com toda esta tralha, dirigir-se-ia para seu gabinete, mas ao dar meia volta deparou-se com sua esposa, a advogada Dra. Themis, que já o observava há sabe-se lá quantos minutos. O susto foi tal que cuia, erva e documentos foram ao chão. O juiz franziu o cenho e estava pronto para praguejar, quando observou que a testa da mulher era ainda mais franzida que a sua.
Por se tratarem de dois juristas experientes, não é estranho que o diálogo litigioso que se instaurava obedecesse aos mais altos padrões de erudição processual.
– Juílson! Eu não aguento mais essa sua inércia. Eu estou carente, carente de ação, entende?
– Carente de ação? Ora, você sabe muito bem que, para sair da inércia, o Juízo precisa ser provocado e você não me provoca, há anos. Já eu dificilmente inicio um processo sem que haja contestação.
– Claro, você preferia que o processo corresse à revelia. Mas não adianta, tem que haver o exame das preliminares, antes de entrar no mérito. E mais, com você o rito é sempre sumaríssimo, isso quando a lide não fica pendente... Daí é que a execução fica frustrada.
– Calma aí, agora você está apelando. Eu já disse que não quero acordar o apenso, no quarto ao lado. Já é muito difícil colocá-lo para dormir. Quanto ao rito sumaríssimo, é que eu prezo a economia processual e detesto a morosidade. Além disso, às vezes até uma cautelar pode ser satisfativa.
– Sim, mas pra isso é preciso que se usem alguns recursos especiais. Teus recursos são sempre desertos, por absoluta ausência de preparo.
– Ah, mas quando eu tento manejar o recurso extraordinário você sempre nega seguimento. Fala dos meus recursos, mas impugna todas as minhas tentativas de inovação processual. Isso quando não embarga a execução.
Mas existia um fundo de verdade nos argumentos da Dra. Themis. E o Dr. Juílson só se recusava a aceitar a culpa exclusiva pela crise do relacionamento. Por isso, complementou:
– Acho que o pedido procede, em parte, pois pelo que vejo existem culpas concorrentes. Já que ambos somos sucumbentes vamos nos dar por reciprocamente quitados e compor amigavelmente o litígio.
– Não posso. Agora existem terceiros interessados. E já houve a preclusão consumativa.
- Meu Deus! Mas de minha parte não havia sequer suspeição!
– Sim. Há muito que sua cognição não é exauriente. Aliás, nossa relação está extinta. Só vim pegar o apenso em carga e fazer remessa para a casa da minha mãe.
E ao ver a mulher bater a porta atrás de si, Dr. Juílson fica tentando compreender tudo o que havia acontecido. Após deliberar por alguns minutos, chegou a uma triste conclusão:
– E eu é que vou ter que pagar as custas...
Com toda esta tralha, dirigir-se-ia para seu gabinete, mas ao dar meia volta deparou-se com sua esposa, a advogada Dra. Themis, que já o observava há sabe-se lá quantos minutos. O susto foi tal que cuia, erva e documentos foram ao chão. O juiz franziu o cenho e estava pronto para praguejar, quando observou que a testa da mulher era ainda mais franzida que a sua.
Por se tratarem de dois juristas experientes, não é estranho que o diálogo litigioso que se instaurava obedecesse aos mais altos padrões de erudição processual.
– Juílson! Eu não aguento mais essa sua inércia. Eu estou carente, carente de ação, entende?
– Carente de ação? Ora, você sabe muito bem que, para sair da inércia, o Juízo precisa ser provocado e você não me provoca, há anos. Já eu dificilmente inicio um processo sem que haja contestação.
– Claro, você preferia que o processo corresse à revelia. Mas não adianta, tem que haver o exame das preliminares, antes de entrar no mérito. E mais, com você o rito é sempre sumaríssimo, isso quando a lide não fica pendente... Daí é que a execução fica frustrada.
– Calma aí, agora você está apelando. Eu já disse que não quero acordar o apenso, no quarto ao lado. Já é muito difícil colocá-lo para dormir. Quanto ao rito sumaríssimo, é que eu prezo a economia processual e detesto a morosidade. Além disso, às vezes até uma cautelar pode ser satisfativa.
– Sim, mas pra isso é preciso que se usem alguns recursos especiais. Teus recursos são sempre desertos, por absoluta ausência de preparo.
– Ah, mas quando eu tento manejar o recurso extraordinário você sempre nega seguimento. Fala dos meus recursos, mas impugna todas as minhas tentativas de inovação processual. Isso quando não embarga a execução.
Mas existia um fundo de verdade nos argumentos da Dra. Themis. E o Dr. Juílson só se recusava a aceitar a culpa exclusiva pela crise do relacionamento. Por isso, complementou:
– Acho que o pedido procede, em parte, pois pelo que vejo existem culpas concorrentes. Já que ambos somos sucumbentes vamos nos dar por reciprocamente quitados e compor amigavelmente o litígio.
– Não posso. Agora existem terceiros interessados. E já houve a preclusão consumativa.
- Meu Deus! Mas de minha parte não havia sequer suspeição!
– Sim. Há muito que sua cognição não é exauriente. Aliás, nossa relação está extinta. Só vim pegar o apenso em carga e fazer remessa para a casa da minha mãe.
E ao ver a mulher bater a porta atrás de si, Dr. Juílson fica tentando compreender tudo o que havia acontecido. Após deliberar por alguns minutos, chegou a uma triste conclusão:
– E eu é que vou ter que pagar as custas...
8 MANEIRAS PARA EVITAR CAIR NO GOLPE.
1. Conheça os "scripts" mais comuns
Embora varie nos detalhes, a história dos golpistas é sempre a mesma, o crédito em celulares. Acompanhe as notícias sobre os golpes para se manter informado sobre as novas versões.
2. Não receba ligações a cobrar
Se o interlocutor for desconhecido, desligue.
3. Não ajude o bandido dando-lhe informações
O nervosismo faz com que muita gente, sem perceber, acabe passando aos bandidos informações que serão usadas para pressioná-las. Em nenhuma hipótese revele nomes de parentes a desconhecidos ao telefone.
4. Tire os adesivos do carro
Adesivos com o nome da academia de ginástica ou da faculdade, assim como placas que reproduzem o apelido dos motoristas (BIA, LEO etc.) e páginas no Orkut são preciosas fontes de informação para os bandidos. Evite e peça aos seus filhos para evitar.
5. Oriente também os idosos
Tanto ou mais do que crianças e empregadas, são as pessoas idosas da família as mais vulneráveis à manipulação dos bandidos. Muitas vezes, por se sentirem sozinhas, elas podem prolongar conversas com desconhecidos e acabar por municiar criminosos.
6. Pare para raciocinar
O pânico diante da possibilidade de um parente estar acidentado ou seqüestrado faz com que muitas pessoas deixem de tomar atitudes óbvias, como checar se a informação é verdadeira. Segundo a polícia, freqüentemente as vítimas deixam de ligar para o suposto seqüestrado não porque são impedidas de fazê-lo, mas porque a idéia não lhes ocorre.
7. Desconfie de ligações longas
Segundo estatísticas da polícia, 90% dos primeiros contatos telefônicos feitos por seqüestradores reais duram menos de um minuto. Por temerem ser rastreados, eles nunca fazem ligações longas.
8. Dê queixa na polícia
Se você cair no golpe, não deixe de prestar queixa na polícia. De posse de informações como o número de origem da chamada criminosa ou o número da conta em que o "resgate" foi depositado, a polícia pode identificar o criminoso e evitar que mais pessoas sejam vítimas dele.
Fonte: revista Veja
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Muito triste para quem confiava...
E eu estava confiante, já que era a melhor seleção defensiva que vi jogar. E foi justamente na defesa que fomos parados.
Mas não choro mais. Não depois da tragédia do Sarriá, de 1982, quando o mundo inteiro viu cair a melhor seleção de futebol de todos os tempos!
Mas vamos adiante!
O caminho está aberto. O trabalho de base de uma seleção mais completa em ataque, meio campo e defesa está aí!
Força, Brasil! Somos penta! Vamos ser hexa no Brasil 2014!
Mas não choro mais. Não depois da tragédia do Sarriá, de 1982, quando o mundo inteiro viu cair a melhor seleção de futebol de todos os tempos!
Mas vamos adiante!
O caminho está aberto. O trabalho de base de uma seleção mais completa em ataque, meio campo e defesa está aí!
Força, Brasil! Somos penta! Vamos ser hexa no Brasil 2014!
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
quarta-feira, 17 de junho de 2009
SAÍDA DO PROCON DE BOA ESPERANÇA.
Meus diletos amigos,
Ontem foi preciso tomarmos uma decisão importante. E hoje, em conversa com o Senhor Prefeito, ratificamos de comum acordo e em extrema paz a minha saída dos quadros da Prefeitura Municipal, onde vinha atuando desde a transição de governo, em 2004.
Sou muito grato o Prefeito Jair, ao Dr. Rogério, Vice-Prefeito, ao Dr Deivison, Procurador-Geral do Município, meu dileto amigo, nos quais deposito minha plena confiança de que os rumos de nossa amada Boa Esperança estarão muito bem conduzidos.
Sei que as dificuldades vão e passam, mas a história fica. É o que importa: ser transparente, procurar o bem sempre, procedendo com todos como queremos que procedam conosco. Espero ter conseguido isto, ter feito tudo de forma clara e leal.
Agradeço aos colegas de Procons pela ajuda. Ainda que indirea, mesmo não nos vendo uns aos outros, toda as mensagens que chegam são muito importantes no dia a dia de Defesa do Consumidor.
Obrigado aos servidores que muito me ajudaram a alavancar o PROCON de Boa Esperança, hoje um órgão respeitado e de atuação consistente em nossa cidade. Vocês merecem todo o crédito pelo trabalho feito, já que eu apenas fui um colaborador, na pessoa do Coordenador-Executivo. Aos amigos Cristina Fidelis, Thiago Forzan e Izildo Júnior o meu fraterno, sincero e agradecido abraço.
Solicito as coordenadores deste Fórum que cancelem meu email como membro do grupo, já que me desligo nesta data das funções. Ainda, peço meu desligamento do curso do EAD, deixando aberta a vaga para outros membros de Procons que dele precisem. Sincero e fraterno abraço. Muito obrigado a todos!
--
Sílvio Antônio Machado de Figueiredo
EX-Coordenador-Executivo - Procon Boa Esperança - MG
Advogado - OAB/MG 75.688
Email encaminhado ao Fórum dos Procons Mineiros, em 17/06/2009, às 16h39min., com cópia aos servidores do Procon Boa Esperança - MG.
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